Os bombardeios são constantes e
diários, destruindo casas e ceifando dezenas de vidas ao som das trombetas do
inferno de explosões, tiros e barulhos de aviões de guerra.
Vejo, com bastante sofrimento,
nos diários de notícias, corpos de crianças sendo carregadas por pais aos
prantos sem acreditar que seus pequenos estão sendo covardemente assassinados.
Israel, partindo do pressuposto
da vingança e do ódio, destrói vidas inocentes e destrói um Povo.
O pior de tudo é ver que as
grandes potências econômicas e militares, principalmente os Estados Unidos da
América do Norte, que por sinal é o maior patrocinador do Estado belicoso
israelense, não faz absolutamente nada para impedir este massacre de civis.
Assiste a tudo só pensando nos lucros que sua indústria bélica vai ter por cada
míssil disparado em direção a Gaza.
A União Europeia, também se
omite no que está acontecendo na Palestina. Rússia e China, talvez, por
questões ideológicas e por também por terem problemas internos com separatistas
muçulmanos também assistem a tudo de forma covardemente omissa.
A Organização das Nações Unidas
– ONU, deveria deixar de ser apenas um apêndice da política externa
estadunidense e pressionar o Estado de Israel a aceitar um cessar fogo e sentar
à mesa de negociações para um início de negociações de uma paz duradoura na
região.
Por fim, a comunidade
internacional deve lançar protestos veementes contra tão covarde e
desproporcional agressão ao Povo indefeso da Faixa de Gaza e, exigir, um cessar
fogo imediato por parte do agressor Israel.
Não dá para suportar calado a
matança cruel ao Povo Palestino, principalmente de tão pequenas vítimas que
fecham os olhos para sempre diante da insanidade humana.
Gaza não é um conflito, é um massacre.
Gaza não é um conflito, é um massacre.
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